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Mostrando postagens de março, 2011

Vida fácil

E a vida fácil na verdade era Corrosivamente dura Corpo degradado, depravado, degenerado Coração maculado De uma sujeira que não sai no banho Que não sai do corpo -corrupção, concupiscência- Nos dias de sua luxuria Se inflamou pelo dinheiro fácil Da multidão de teus amantes Que nunca te amaram... Te abusaram, Hilda E sua fama se tornou obsoleta. Mas tua vergonha, Hilda, se espalhou Como doença contagiosa A malícia de teus olhos pintados E a lascívia de teus lábios vermelhos Se tornaram perigosos demais Para todos os que seguiram Teus caminhos de morte, Teus passos para o inferno. A tua fama, Hilda, se tornou obsoleta, E tudo foi mentira, Interesse. Te usaram como um descartável E sua vida só seria fácil Se fácil fosse sinônimo de vazia Pois agora estás sozinha, como sempre esteve Só que mais sozinha. Mas existe um nome que liberta Alguém que te ama de verdade Ele é a esperança Ele te espera Então abandona esta vida, oh Madalena Luta, se liberta, lava a sua alma! Se desprende dos teus s...

sinceridade

- E então, o que o senhor achou do meu poema? - Pra ser sincero com a senhora, não gostei nem um pouco! - Mas por quê? - Ele não deixa nada no ar, não nos faz refletir nem sentir nada. Seu estilo é infantil e de rimas pobres! É Péssimo! - E o que mais tens a coragem dizer assim contra mim na minha cara!? - Hum, já que perguntou, também não gosto de seus textos em proza, são confusos e cheios de erros gramaticais. E detesto quando a senhora sustenta aquele ar autoritário intelectual, beira o insuportável quando fica exigindo várias coisas, e quando chega de mau humor é tão irritante... - Poxa não sabia disso tudo! - mas eu te amo! - o que disse?! -sim, perdidamente. *