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Mostrando postagens de outubro, 2009

O sentido sentido

Quando teu olho olho Minha mente mente Como quem lança a lança Ou jogou um dado um dado momento Assim assim à sorte E não ouviu ou viu nada diferente. Tive que passar do passado Quando olhei a namorada do mal na morada do mal Quando a serpente quis ser pente Do ente doente Eu porém preferi ser humano ou ser um mano Uma pessoa cujo pé soa Um qualquer, o qual quer vencer. Agora piso o piso gelado E cavo com pá, ciência e paciência, E a calma acalma. Naquela era era diferente Um era um e o outro outro , Mas hoje como como todos comem E se se banharem todos também banho Mas sei que amarrado com fio não confio neles No desespero dez espero , para que me ajudem Mas não me socorrem, só correm . Se separa a semente, se pára e se mente Dívida de vida a pagar e apagar a mágoa Recebendo tudo aquilo a quilo pesado. E é isso que eleva a dor no elevador A dor que doeu do eu interior, Se tua se situa bem aqui no coração Faça o que eu digo, venda a venda dos teus olhos Deixe o a...

o meu nome

Escreve meu nome no teu braço Ou nas curvas do teu corpo Cabe em qualquer lugar E não pesa. Escreve-o Na gaveta de tuas roupas Entre meias e calcinhas, É fácil E não dói. Escreve lá na rua da tua casa, Na praça Nova York Pra onde foste embora e eu nunca te perdi. Escreve o meu nome no seu coração Não sei se vale à pena Mas sei que cabe E não, pesa não.