Quando teu olho olho
Minha mente mente
Como quem lança a lança
Ou jogou um dado um dado momento
Assim assim à sorte
E não ouviu ou viu nada diferente.
Tive que passar do passado
Quando olhei a namorada do mal na morada do mal
Quando a serpente quis ser pente
Do ente doente
Eu porém preferi ser humano ou ser um mano
Uma pessoa cujo pé soa
Um qualquer, o qual quer vencer.
Agora piso o piso gelado
E cavo com pá, ciência e paciência,
E a calma acalma.
Naquela era era diferente
Um era um e o outro outro,
Mas hoje como como todos comem
E se se banharem todos também banho
Mas sei que amarrado com fio não confio neles
No desespero dez espero, para que me ajudem
Mas não me socorrem, só correm.
Se separa a semente, se pára e se mente
Dívida de vida a pagar e apagar a mágoa
Recebendo tudo aquilo a quilo pesado.
E é isso que eleva a dor no elevador
A dor que doeu do eu interior,
Se tua se situa bem aqui no coração
Faça o que eu digo, venda a venda dos teus olhos
Deixe o amor cego do morcego
De cada dente decadente,
Pega a corda e acorda,
A linha e alinha
E a massa amassa
Formatar, só se for matar os dados
Porém nunca desista ou deixe de existir.
Minha mente mente
Como quem lança a lança
Ou jogou um dado um dado momento
Assim assim à sorte
E não ouviu ou viu nada diferente.
Tive que passar do passado
Quando olhei a namorada do mal na morada do mal
Quando a serpente quis ser pente
Do ente doente
Eu porém preferi ser humano ou ser um mano
Uma pessoa cujo pé soa
Um qualquer, o qual quer vencer.
Agora piso o piso gelado
E cavo com pá, ciência e paciência,
E a calma acalma.
Naquela era era diferente
Um era um e o outro outro,
Mas hoje como como todos comem
E se se banharem todos também banho
Mas sei que amarrado com fio não confio neles
No desespero dez espero, para que me ajudem
Mas não me socorrem, só correm.
Se separa a semente, se pára e se mente
Dívida de vida a pagar e apagar a mágoa
Recebendo tudo aquilo a quilo pesado.
E é isso que eleva a dor no elevador
A dor que doeu do eu interior,
Se tua se situa bem aqui no coração
Faça o que eu digo, venda a venda dos teus olhos
Deixe o amor cego do morcego
De cada dente decadente,
Pega a corda e acorda,
A linha e alinha
E a massa amassa
Formatar, só se for matar os dados
Porém nunca desista ou deixe de existir.
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